Estúdio Semibreve / Estúdio Clara Nahas

No Estúdio Semibreve, a materialização da narrativa exigiu um exercício rigoroso de zoneamento e uma subversão proposital da lógica habitacional. Em uma área de 55 metros quadrados, o Estúdio Clara Nahas estabelece uma planta de fluxo invertido, onde a hierarquia convencional entre o público e o privado é reordenada para priorizar o recolhimento. Diferente da recepção imediata por áreas sociais, a entrada acontece pela zona íntima. O visitante da mostra é convidado a percorrer o dormitório e o ambiente de estudo antes de alcançar a amplitude da convivência. Esta decisão projetual atua como um filtro sensorial: atravessar a intimidade torna-se um rito de passagem necessário para se conectar com a alma da casa, sugerindo que o despojamento pessoal deve preceder o encontro com o outro.

Estúdio Semibreve / Estúdio Clara Nahas

No Estúdio Semibreve, a materialização da narrativa exigiu um exercício rigoroso de zoneamento e uma subversão proposital da lógica habitacional. Em uma área de 55 metros quadrados, o Estúdio Clara Nahas estabelece uma planta de fluxo invertido, onde a hierarquia convencional entre o público e o privado é reordenada para priorizar o recolhimento. Diferente da recepção imediata por áreas sociais, a entrada acontece pela zona íntima. O visitante da mostra é convidado a percorrer o dormitório e o ambiente de estudo antes de alcançar a amplitude da convivência. Esta decisão projetual atua como um filtro sensorial: atravessar a intimidade torna-se um rito de passagem necessário para se conectar com a alma da casa, sugerindo que o despojamento pessoal deve preceder o encontro com o outro.